Friday, January 21, 2011

Peanut Cookies


When I discovered the recipe for peanut cookies in Donna Hay Modern Classic Book I knew I will give it a try.

Why?

Because I have somebody at home who unconditionally loves everything that includes peanuts... my daughter Hana.

At the end it is not just her that liked the cookies, it was everybody at home. Really worth trying and easy to make.

*****

Quando descobri a receita de bolachas de amendoim no Donna Hay Modern Classic Book sabia que iria experimentar.

Porquê?

Porque tenho alguém em casa que adora incondicionalmente tudo o que inclua amendoins… a minha filha Hana.

Mas afinal não é só ela que gosta das bolachas, são todos lá em casa. Vale mesmo a pena experimentar e são muito fáceis de fazer.

Tuesday, January 18, 2011

'Fresh' Inspiration


This week I received a lot of ‘fresh presents’... eggs, oranges, kiwis and some vegetables from M.’s Grandmother and friends. And I immediately started to think on what to cook. Fresh, local, organic (without certification but I know from where it comes)... what can I ask more???

A lot of orange juice, salads and some cakes... that will be on our menu for sure this week.


Esta semana recebi muitos ‘presentes frescos’... ovos, laranjas, kiwis e alguns vegetais da Avó do M. e de amigos. E comecei logo a pensar no que poderias cozinhar. Fresco, local, biológico (sem certificação mas eu sei de onde vêm)... o que posso pedir mais???

Muito sumo de laranja, saladas e alguns bolos... que de certeza vão estar no nosso menu esta semana.

Sunday, January 16, 2011

Blueberry and Almond Cakes

Simplicity is something I like and try to achieve in all areas of my life. I like simple places, simple acts, simple people, simple decoration, simple atmosphere...

Flowers M. pick on the way home, thinking on me, smell better than flowers from the flower shop.

Spontaneous meeting with friends taste better than one planed for days with thousands of mails exchanged.

I like a restaurant where I can feel comfortable with good rustic food more than one I can enter only dressed by certain codes.

…and simple desserts, one that can be done quickly sometimes taste much better than one you need hours to finish.

This blueberry, almond cakes with some blueberry juice were so tasty yesterday… they made my day!!

Simplicidade é algo que gosto e tento alcançar em todas as áreas da minha vida. Gosto de lugares simples, actos simples, pessoas simples, decorações simples, atmosferas simples...

As flores que o M. apanha no caminha para casa, a pensar em mim, cheira melhor do que as flores da florista.

Encontros espontâneos com amigos sabem melhor do que um planeado durante dias com milhares de trocas de e-mail.

Gosto mais de um restaurante onde me sinta confortável com boa comida rústica do que um onde possa apenas entrar vestida por certos códigos.

…e sobremesas simples, uma que possa ser feita rapidamente às vezes sabe melhor do que uma que precisa de horas para terminar.

Estes bolos de mirtilos, amêndoas com um sumo de mirtilos foram tão saborosos ontem… fizeram-me ganhar o dia!!

Friday, January 14, 2011

Saídos da Concha


*Sorry to my English speaking readers, I will try to translate interview ASAP.


Há certas palavras que na minha cabeça fazem um tipo de reacção secundária, como por exemplo, relaciono Domingo com Preto, Verão com Branco, Praia com Pedras,... e 'Saídos da Concha' com Criatividade.

'Saídos da Concha' foi o primeiro blog que comecei a seguir e ficava maravilhada com tudo o que lá encontrava... artesanato, comida, flores, ideias, casa... absolutamente tudo.

A Constança, a pessoa por trás de tudo isso, é extremamente talentosa e está na minha lista de pessoas que gostaria de conhecer (sim, eu tenho essa lista).
Como mudou para Inglaterra, e como não sei se terei hipótese de a conhecer pessoalmente, decidi fazer uma 'reunião virtual', para saber algo mais sobre ela. Há muitas coisas que se podem aprender sobre uma pessoa através do seu blog mas havia mais algumas que eu queria ouvir, aprender dela, e devo dizer que fiquei maravilhada com as respostas. E vou partilhá-las com vocês.


* Quando era pequenina, fazia muito artesanato em casa? Gostava de cortar, colar, desenhar?

Lembro-me que fiz vários presentes de Natal para a família, e o meu material preferido era o papel. Uma vez, acho que na 3ª classe, levei uns cadernos feitos por mim para o colégio (muito básicos, claro!) e vendi-os aos meus colegas. Rapidamente fui apanhada e admoestada pela professora.


* Como é que surgiu a ideia do blog?

Na altura em que me comecei a interessar por tecidos e costuras, descobri que havia uma enorme comunidade de blogs dedicados ao assunto. Depois de um ou dois meses a lê-los, resolvi criar o meu próprio blog.


* A Constança terminou o curso do Direito e tem o mestrado em Historia, mas optou por se dedicar ao artesanato e ao blog... isso foi uma ideia que se estava a ‘cozinhar’ dentro de si algum tempo ou foi uma decisão espontânea?

Antes de mais, devo dizer que não acabei o mestrado em História - fiz a parte escolar mas a tese não foi avante.
O curso de Direito nunca me preencheu e a decisão de fazer um mestrado em História foi uma "fuga para a frente" (entretanto fui fazendo outras coisas: estagiei no Instituto Camões e trabalhei na editora Cotovia). Sempre senti necessidade de me expressar criativamente mas, ao longo do meu percurso escolar, nunca tive oportunidade de explorar esse meu lado. A certa altura, a meio do mestrado, dei por mim a passar mais tempo a coser do que a fazer pesquisa na biblioteca. Aí decidi encarar as evidências e fazer uma escolha - e escolhi o Saídos da Concha.

* Acha que em Inglaterra o artesanato e os trabalhos manuais são mais apreciados do que em Portugal?

Sem dúvida. Em Portugal geralmente não se leva a sério uma pessoa que se dedique a tempo inteiro a fazer o que eu faço. Há respeito por artistas plásticos, escritores, músicos, mas uma pessoa como eu é considerada apenas uma "menina prendada" que se vai "entretendo" com estes devaneios domésticos. Daí que haja tanta relutância em pagar um preço justo (entendido como exorbitante) por peças feitas à mão.
Em Inglaterra há um nome para a minha ocupação: chama-se "designer-maker". (em Portugal sou o quê? não me considero uma "artesã") Há centenas de feiras, lojas e museus que expõem e vendem este tipo de criações. Tricotar ou coser não é visto como uma ocupação de avozinhas, mas sim como trabalhos de gente que se empenha e leva tudo isto a sério. Por outro lado, o nível de qualidade e profissionalismo dos "designers-makers" aqui é notável.


* Além da paixão pelo artesanato também tem paixão pela cozinha e por flores… acha que essas paixões estão ligadas? Surgiram juntas ou são independentes uma da outra?

Tudo está interligado. Optei por ganhar menos dinheiro e ter uma vida mais autêntica, de acordo com o ritmo do mundo que me rodeia. Não quero comer morangos em Janeiro nem castanhas em Junho, assim como não estou interessada em comprar uma camisola de poliéster feita na China em condições sub-humanas, nem um bolo de supermercado cheio de aditivos. Gosto de produzir peças com alma e é isso que ofereço aos meus clientes: produtos feitos com tempo, dedicação e qualidade. Tiro imenso prazer de ter uma casa agradável, que vou decorando ao sabor das estações do ano. Não estou interessada em consumir por consumir.
Estas escolhas são pessoais - não estou a tentar converter ninguém! E não almejo o ideal feminino dos anos 50. Não sou saudosista - gosto muito de viver no século XXI e ter acesso a uma vida fácil e confortável. Mas parece-me que o progresso, que apagou tantas coisas más e difíceis do antigamente, também atropelou e asfixiou muitas das coisas simples e boas da vida.

* A agricultura biológica em Inglaterra está mais avançada do que em Portugal. A Constança tenta usar produtos biológicos no dia-a-dia? Porquê?

Sinto-me atraída pelos produtos biológicos, mas prefiro comprar produtos locais e sazonais. São bastante mais baratos, não vieram do outro lado do mundo e quero acreditar que nem todos os legumes comprados nas "farm shops" e nos "farmers' markets" estão carregados de pesticidas. Também comecei a cultivar fruta e vegetais em casa e este ano comemos courgettes, tomates e morangos vindos dos nossos canteiros e vasos.


* Sobremesa ou prato principal?

Entrada e sobremesa, sempre! O prato principal é-me perfeitamente dispensável.

Obrigada Constança pelo teu tempo e pelas respostas tão sinceras. Adorei!!!

Wednesday, January 12, 2011

Banana, Chocolate and Ginger Bread

I have to admit... my ignorance about certain subjects is so big that, when I have to face it, I feel sorry for not knowing anything about that exact subject. But life is like that... learn with our own mistakes.
I will give you an example:
Some time ago I noticed the candied ginger in my organic supermarket and, curious as I am, I bought some to try. I went out of the shop and felt an instantaneous need for something sweet. I looked at the bag and the only thing I thought that was sweet was ginger (ignorant me). So, I took one, had a bite... and felt my mouth on fire, in desperate need for water. It was such a scene...

So... this candied ginger was resting in my kitchen storage for SOME time until the other day in A homemade life, I found a recipe that took my attention: Banana, chocolate and ginger cake. So, I gave it a try, being prepared for surprises this time.
I didn’t let anybody at home try it before me. I wanted to check if everything was OK with the cake... and I was positively surprised. I think ginger lost its 'hotness' and cake was moist with full chocolate & ginger flavour.

Tenho de admitir... a minha ignorância sobre certos assuntos é tão grande que, quando me apercebo, sinto pena de não saber nada sobre o assunto em questão. Mas a vida é assim... aprende-se com os nossos próprios erros.
Vou dar-vos um exemplo:
Há algum tempo reparei no gengibre cristalizado no meu supermercado biológico e, curiosa como sou, comprei algum para experimentar. Saí da loja e senti uma necessidade instantânea por algo doce. Olhei para o saco e a única coisa que pensei que fosse doce foi o gengibre (ignorante). Então, tirei um, mordi... e senti a minha boca a arder, a precisar desesperadamente de água. Deve ter sido um espectáculo...

Portanto... este gengibre cristalizado ficou a descansar por ALGUM tempo no meu despenseiro até que, no outro dia, no A homemade life, encontrei uma receita que me chamou a atenção: bolo de banana, chocolate e gengibre. Decidi experimentar, desta vez estando preparada para supresas.
Não deixei ninguém experimentar lá em casa antes de mim. Queria cerificar-me de que estava tudo bem com o bolo... e fiquei positivamente surpreendida. Acho que o gengibre perdeu o seu ‘calor’ e o bolo ficou húmido e cheio de sabor a chocolate & gengibre.

Tuesday, January 11, 2011

And the winner is ...


















…Sofia Gaspar Pereira

Thanks to all participants!!!!

Monday, January 10, 2011

Little Upside Down Cake in Visão

Visão made a big article about organic food production In Portugal and Little Upside Down Cake was a part of it.
Thanks!!!

Thursday, January 6, 2011

My mother's Hazelnut cookies

‘..When I walk into my kitchen today, I am not alone. Whether we know it or not, none of us is. We bring fathers and mothers and kitchen tables, and every meal we have ever eaten. Food is never just food. It ‘s also a way of getting something else: who we are, who we have been, and who we want to be….’


These few lines are in my head since I read them a few days ago. I got immediately in love with ‘A homemade life’ from Molly Wizenberg. Every moment I have in the last days is used to hide in some corner, where nobody can notice me (to be invisible for the rest of my family) and read…

These are my mother’s hazelnut cookies and I have a lot of stories in which they were the main character, but, for now, I will just leave you with the recipe and hope you like them...

Hazelnut cookies
200g butter
110g sugar
1 egg
110g hazelnut flour
300g flour
Mix butter with sugar for few minute, add egg and continue mixing, add hazelnut and flour and mix with hand. Make cookies (U shape) and place them in a preheated oven for 10 minutes (or until they get some color). When ready, take them out of the oven and dust hot with powder sugar.




Estas linhas estão na minha cabeça desde que as li há alguns dias. Apaixonei-me imediatamente por ‘A homemade life’ de Molly Wizenberg. Cada momento que tive nestes últimos dias usei para me esconder num canto, onde ninguém desse por mim (ficar invisível para o resto da minha família) e li…

Estas são as bolachas de avelã da minha mãe e tenho muitas histórias onde elas eram as principais personagens mas, por agora, vou deixar-vos com a receita e espero que gostem...

Bolachas de avelã
200g manteiga
110g açucar
1 ovo
110g farinha de avelã
300g farinha
Misturar a manteiga com o açúcar por alguns minutos, adicionar o ovo e continuar a misturar, adicionar a avelã e a farinha e misturar à mão. Fazer as bolachas (em forma de U) e pô-las no forno pré-aquecido durante 10 minutos (ou até ganharem alguma cor). Quando estiverem prontas tirá-las do forno e polvilhá-las com açúcar em pó quando ainda quentes.

Tuesday, January 4, 2011

Herdade do Freixo do Meio no Mercado da Ribeira

Tenho de admitir… sempre fui uma pessoa de carne. Gosto de carne. Não estou a dizer que precise de comer grandes quantidades por dia… só que não conseguiria ser vegetariana (e digo isto por experiência própria. Eu tentei quando era mais nova, mas não resultou).
Mas… nos últimos anos, por ter lido tanto sobre os métodos ‘químicos‘ usados para fazer crescer os animais, acalmei, tinha muito cuidado onde comprava a carne e reduzimos o seu consumo ao mínimo em casa.
Quando li sobre a abertura do talho biológico no Mercado de Ribeira, fomos imediatamente lá e, dapois da primeira experiência, fiquei uma grande fã. Para além do talho, há uma loja pequena com outros produtos da sua quinta biológica. Vale com certeza uma visita!!

*****

I have to admit… I was always a meat person. I like meat. I am not saying I have to eat big quantities of meat every day… it is just that I wouldn’t ever be able to be vegetarian (and I am saying that from experience. I did try in some younger years, but it didn’t work).
But… in the last years, reading a lot about ‘chemical‘ methods used for growing animals, I just slowed down and was really careful where I buy meat and we reduced meat to the minimum in the house.
When I read about organic butcher opened in Mercado de Ribeira, we went there immediately and, after this first experience, I became a big fan. Besides the butcher, there is a small shop with other products from their organic farm. Worth visiting for sure!!

Sunday, January 2, 2011

1st Birthday



Esta semana é o primeiro aniversário do Little Upside Down Cake e, como neste ano que passou recebi de todos vocês (todas as vossas visitas e comentários simpáticos), acho que está na altura de vos dar algo de volta.

Um(a) leitor(a) pode ganhar 1 bolo ou 12 bolos pequenos(muffin/cupcakes/teacakes) do mesmo sabor!!! O(A) vencedor(a) pode encomendar o prémio durante 2011.
Como ganhar?

* uma entrada por deixar um comentário (deixe por favor o e-mail se for anonymous).
* uma entrada por Seguidor do blog

Infelizmente esta oferta apenas se aplica para leitores em Portugal(Lisboa)

O(A) vencedor(a) será escolhido com o random.org no dia 10 de Janeiro.

Boa sorte!

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This week is Little Upside Down Cake’s first birthday and, since all this past year I was receiving from you (all your visits and your nice comments), I think it is time for me to give something to you in return.

One reader can win 1 cake or 12 small cakes(muffin/cupcakes/teacakes) of the same flavour!!! Winner can order the prize during 2011.
How to win?

* one entry for leaving a comment (please leave your e-mail if you are anonymous).
* one entry for Following the blog

Unfortunately the giveaway is applied only for readers in Portugal(Lisbon)

The winner will be chosen with random.org on the 10th of January.

Good luck!